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Eles
são responsáveis pela maior parte das vendas dos sedãs
compactos brasileiros. Mesmo com carrocerias antigas, Chevrolet
Corsa Classic e Fiat Siena Fire seduzem os consumidores por uma
única razão: economia. Para isso, ambos trazem motores
de 1,0 litro (com opção do 1,6 no Corsa), poucos equipamentos
de série e preço menor do que seus “irmãos
revitalizados”. m. m m m m. .. . . POR
FORA
O Corsa Sedan de primeira geração, carroceria presente
no Classic, estreou no Brasil em 1995 e pouco mudou desde então.
Uma ligeira reestilização chegou em 2000, com pára-choques,
faróis e lanternas redesenhados, e assim ficou. Suas linhas,
apesar de harmônicas, já dão sinais de cansaço.
O Siena foi lançado
em 1997 e, em 2001, ganhou as linhas ainda presentes na versão
Fire. Tal design foi a salvação do modelo, considerado
“sem graça” em sua primeira série. Assim
como o concorrente, o Siena já tem um desenho “cansado”,
fato agravado pelo lançamento de uma versão atualizada.
Mesmo assim, suas linhas podem ser consideradas mais atuais que
as do Corsa.
POR DENTRO
Como em todo carro popular, a simplicidade impera nos dois rivais.
Plástico rígido e revestimentos não tão
nobres estão presentes por todo o interior. O Siena tem um
painel mais moderno - com elementos na cor cinza claro - um espaço
elogiável – suficiente para quatro adultos e uma criança
- e porta-malas para 500 litros. Em compensação traz
partes da carroceria aparentes, como nas portas. O
Corsa mantém o mesmo painel de 1994 – apenas o mostradores
foram modernizados ao longo destes 10 anos. O espaço é
limitado – passageiros mais altos sofrem no banco traseiro
e o porta-malas leva 390 litros. As portas e o porta-malas são
revestidos integralmente, sem chapas aparentes. A
posição de dirigir é melhor no Siena, culpa
do banco em posição mais elevada e do amplo pára-brisa.
O Corsa é mais baixo e oferece uma condução
mais esportiva. Tanto um, quanto o outro, tem visão traseira
prejudicada pelo vidro inclinado e pela tampa do porta-malas alta,
algo comum nos sedãs.
QUANTO CONSOMEM E
COMO ANDAM?
Com o compromisso de serem econômicos, Classic e Fire não
oferecem um desempenho excepcional, porém estão perfeitamente
adequados à condução urbana e eventuais incursões
rodoviárias. O motor Fire da
Fiat possui um funcionamento mais suave, assim como o câmbio.
A suspensões do Siena são comprometidas com o cosforto,
o que acaba tornando o carro muito “molenga”. Já
o Corsa possui um suspensão um pouco mais rígida e
um comportamento dinâmico melhor. Seu motor VHC (Very High
Compression, ou compressão muito alta) é mais esperto
e ruidoso, efeitos do câmbio extremamente curto. Confira abaixo
os números: Corsa Classic 1,0
VHC: 70 cavalos de potência e 8,8 m.kgf de torque; aceleração
de 0 a 100 km/h em 13,9 segundos e velocidade máxima de 164
km/h; consumo urbano de 11,9 km/l e rodoviário de 17,6 km/l.
Siena Fire 1.0: 65 cavalos de potência
e 9,1 m.kgf de torque; aceleração de 0 a 100 km/h
em 17,3 segundos e velocidade máxima de 154 km/h; consumo
urbano de 13 km/l e rodoviário de 17,2 km/l.
Agora a escolha
é sua. Quero comprar! Corsa
Sedan x Siena
Fire |
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