Versáteis, modernos e espaçosos.
Eis algumas características marcantes do Mercedes-Benz Classe
A 190 e do Chevrolet Meriva, que disputam o segmento dos pequenos
monovolumes. Os modelos têm a mesma proposta de mercado, mas
possuem identidade própria e muitas particularidades.
Para 2003, a Mercedes lançou o Classe
A 190 Avantgarde, uma versão com requintes esportivos e
uma série de equipamentos exclusivos que realça
o design jovial e a agilidade do modelo. Ganham destaque as novas
rodas de liga-leve aro 15"com cinco furos, a ponteira cromada
do escapamento, o novo tecido dos bancos e as lanternas, que têm
luzes de ré e de indicação de direção
na cor fumê. O Classe A 190 é ágil e forte
nas arrancadas, vencendo com facilidade o sobe e desce dos centros
urbanos. Outro ponto forte é a excelente dirigibilidade
por causa da sua largura (1,719 m contra 1,694 m do Meriva) e
dos sistemas de controle de tração e estabilidade.
Como opcionais, a montadora oferece bancos removíveis,
disqueteira para seis discos e pintura metálica. No quesito
segurança, o Classe A esbanja tecnologia. Segundo a montadora,
ele é o primeiro automóvel fabricado no Brasil com
sistema ativo de segurança que incorpora de série:
freios antitravamento (ABS), sistema eletrônico de distribuição
de frenagem (EBD), sistema auxiliar de freios (BAS), controle
de tração (ASR) e programa eletrônico de estabilidade
(ESP), além de duplo air bag e apoios de cabeça
para os cinco ocupantes. A única ressalva é o encosto
do banco que não permite ajustes. Apenas o banco e o volante
são reguláveis.
Lançado há alguns meses, o Chevrolet
Meriva foi desenvolvido na mesma plataforma do Corsa e promete
popularizar o segmento. Apesar de ser projetado para a família,
o Meriva também desperta o desejo do consumidor mais jovem
por causa de suas linhas nada conservadoras e do bom desempenho
do motor. Na parte traseira, o Meriva é muito parecido
com a versão hatch do novo Corsa, por causa das lanternas
alongadas. Por isso, é de perfil que o modelo se revela
um verdadeiro monovolume, principalmente por sua altura e pela
imensa área envidraçada. Apesar da altura do Meriva,
a estabilidade é assegurada pela suspensão firme,
que não chega a ser desconfortável. Os bancos com
ajuste de altura proporcionam boa dirigibilidade, mas o volante
fixo não permite que o motorista encontre uma posição
ainda mais cômoda para dirigir. Por ser menor que a Chevrolet
Zafira, que acomoda sete passageiros, o grande trunfo do Meriva
é o engenhoso sistema FlexSpace (opcional). Com ele, o
banco traseiro se transforma em duas "poltronas", que
podem ficar juntas ou separadas por um apoio de braço.
A sensação de segurança ao dirigir o monovolume
da Chevrolet é grande por conta do acerto da suspensão,
da estabilidade do veículo nas curvas e das barras internas
de proteção contra impactos laterais. Internamente,
o veículo oferece porta-copos, porta-revistas e outras
facilidades aos ocupantes.
AO VOLANTE
Ao volante, o Meriva não decepciona, graças ao bom
torque (17,3 mkgf a 3600 rpm) do motor 1.8 litros de 16 válvulas.
Segundo a GM, o modelo atinge 185 km/h e faz de 0 a 100 km/h em
11,3 segundos. O porta-malas do Meriva é de 360 litros.
Equipado com o opcional FlexSpace,
incluso em um pacote de 30 itens de conveniência, o Meriva
tem um acréscimo de R$ 3 mil e pode chegar a R$ 39 mil.
Como opcionais, ainda são oferecidos air bag duplo, freios
ABS e porta-luvas refrigerado.
POR DENTRO
Versátil, inovador e dono de um excelente espaço
interno. Esses são alguns atributos do Chevrolet Meriva,
que inaugurou um novo segmento no mercado brasileiro: o de pequeno
monovolume. O modelo é derivado do novo Corsa e conta com
inúmeros equipamentos (ainda que opcionais) de conforto
e segurança.
Apesar de ser projetado para a família, o Meriva desperta
o desejo do consumidor mais jovem por causa de suas linhas nada
conservadoras e do bom desempenho do motor. Certamente, a concorrência
terá que se "mexer" (e rápido) se quiser
entrar nesta disputa.
Agora a escolha é sua.
Quero comprar! Classe
A x Meriva