EAS- Sigla para Eletronic Actuation
System. É um sistema de controle de tração
e da altura do veículo em relação ao solo
e, ao mesmo tempo, de assistência dos freios. Leva em
conta a velocidade com que se pisa no pedal de freio e permite
obter a frenagem máxima sem a plena intervenção
do ABS.
EBD- Sistema que atua nos freios duplicando a força
da frenagem e, conseqüentemente, diminuindo o espaço
até a parada total do veículo. Atua em conjunto
com o ABS.
Efeito Anti-Mergulho- É o que alguns fabricantes
procuram obter ao dotar o perfil inferior dos bancos de uma
inclinação ou borda maior na parte anterior do
assento, evitando assim que o corpo dos ocupantes "mergulhe"
por baixo do cinto de segurança em choques frontais.
Efeito Chicote - Quando um veículo é atingido
pela traseira, a cabeça dos ocupantes é forçada
para trás e, em seguida, volta rápido para a frente.
Este é o chamado efeito chicote, muito perigoso para
a coluna cervical e que a Volvo procura evitar desenvolvendo
apoios de cabeça "ativos", que se movimentam
com a cabeça.
Efeito Solo- Força aerodinâmica dirigida
para baixo que pode alcançar valores consideráveis
em altas velocidades. Pode ser obtida em maior ou menor intensidade
por meio de apêndices aerodinâmicos, como aerofólios,
para melhorar a aderência das rodas motrizes, como no
caso dos carros de Fórmula 1.
Eixo Comando de Válvulas- Como o próprio
nome diz é ele que comanda a abertura e o fechamento
das válvulas. O comando de válvulas trabalha em
sincronia com o virabrequim e está ligado a ele por meio
de uma correia. Nos motores mais modernos se localiza no cabeçote,
mas pode ser encontrado também no bloco. .mmmmmmmmjhhdjhksdfhkfhkhasdksfilsdhoifsdsjdjoikdjjdindijkdfniuoksdusddd
Embreagem- Dispositivo
que liga o motor ao câmbio e permite ao motorista obter
uma transmissão progressiva de torque de um para o outro.
Ela coloca o veículo em movimento com um certo deslizamento
e separa os dois componentes, tornando independente a rotação
de cada um deles, permitindo assim um engate fácil das
marchas. Na indústria automobilística emprega-se,
universalmente, a embreagem monodisco a seco, formada por um
elemento condutor volante e tampa da fricção
e outro conduzido disco recoberto por material
de atrito em ambos os lados e encaixado ao eixo de entrada do
câmbio por meio de um aclopamento escalonado. Quando a
embreagem é acionada, os dois elementos se juntam a um
prato vinculado em sua rotação à tampa
da fricção e que, sob a ação de
uma ou mais molas, faz pressão sobre o disco conduzido,
comprimido entre este e o volante. Quando se desengata a embreagem,
o prato se desloca contra a ação da mola e é
separado do disco. Este se torna totalmente independente do
volante em sua rotação. Ao se deslocar, o prato
fornece uma alavanca especial com um rolamento com mancal, sobre
o qual age o dispositivo de comando ligado ao pedal. Em geral
há uma única mola, do tipo diafragma, mas não
faltam exemplos de embreagens dotadas de uma série de
molas helicoidais. Em alguns veículos de competição
são utilizadas embreagens dotadas de mais discos.
Escape- Fase do ciclo de funcionamento do motor que vem
depois da expansão e na qual os gases combustíveis
são expulsos do cilindro. Em tese deveria se iniciar
quando o pistão sai do PMI, ao final da fase de expansão,
e os gases começam a sair pelo duto de escape graças
à pressão. Dessa forma, quando o pistão
inverte seu movimento, uma vez atingido o PMI, e começa
a trajetória rumo ao PMS, a válvula de gás
já está bem levantada e boa parte dos gases já
saiu do cilindro. Em conseqüência, o trabalho e a
potência subtraída do virabrequim, necessário
para completar a fase de descarga é menor, em benefício
do rendimento do motor.
ESP- Sigla de Eletronic Stability Program. Trata-se de
um sistema de regulagem ativa da dinâmica de marcha. Graças
a intervenções nas rodas anteriores e posteriores,
integra a função antiderrapante e reduz o risco
de eventuais escapadas em curvas, possibilitando o veículo
manter a trajetória prevista.
Expansão- É a fase do funcionamento do
motor que vem depois da combustão. Nela o pistão
desce do PMS ao PMI e parte da pressão exercida sobre
ele pelos gases em alta temperatura é transmitida ao
virabrequim.