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Esta é a seção Carro de A a Z. Depois de lê-la,você não vai mais achar que. o .seu .mecânico. está. falando. grego. Quantas vezes você chegou ao mecânico e não entendeu nada do que ele dizia? Sendo assim, a Real automòveis lhe explica, em ordem alfabética, o que quer dizer cada um dos termos usados no vocabulário automobilístico.Não caia mais no conto da "Rebinboca da Parafuseta".
Letra E
   

EAS- Sigla para Eletronic Actuation System. É um sistema de controle de tração e da altura do veículo em relação ao solo e, ao mesmo tempo, de assistência dos freios. Leva em conta a velocidade com que se pisa no pedal de freio e permite obter a frenagem máxima sem a plena intervenção do ABS.
EBD- Sistema que atua nos freios duplicando a força da frenagem e, conseqüentemente, diminuindo o espaço até a parada total do veículo. Atua em conjunto com o ABS.
Efeito Anti-Mergulho- É o que alguns fabricantes procuram obter ao dotar o perfil inferior dos bancos de uma inclinação ou borda maior na parte anterior do assento, evitando assim que o corpo dos ocupantes "mergulhe" por baixo do cinto de segurança em choques frontais.
Efeito Chicote - Quando um veículo é atingido pela traseira, a cabeça dos ocupantes é forçada para trás e, em seguida, volta rápido para a frente. Este é o chamado efeito chicote, muito perigoso para a coluna cervical e que a Volvo procura evitar desenvolvendo apoios de cabeça "ativos", que se movimentam com a cabeça.
Efeito Solo- Força aerodinâmica dirigida para baixo que pode alcançar valores consideráveis em altas velocidades. Pode ser obtida em maior ou menor intensidade por meio de apêndices aerodinâmicos, como aerofólios, para melhorar a aderência das rodas motrizes, como no caso dos carros de Fórmula 1.
Eixo Comando de Válvulas- Como o próprio nome diz é ele que comanda a abertura e o fechamento das válvulas. O comando de válvulas trabalha em sincronia com o virabrequim e está ligado a ele por meio de uma correia. Nos motores mais modernos se localiza no cabeçote, mas pode ser encontrado também no bloco. .mmmmmmmmjhhdjhksdfhkfhkhasdksfilsdhoifsdsjdjoikdjjdindijkdfniuoksdusddd
Embreagem- Dispositivo que liga o motor ao câmbio e permite ao motorista obter uma transmissão progressiva de torque de um para o outro. Ela coloca o veículo em movimento com um certo deslizamento e separa os dois componentes, tornando independente a rotação de cada um deles, permitindo assim um engate fácil das marchas. Na indústria automobilística emprega-se, universalmente, a embreagem monodisco a seco, formada por um elemento condutor – volante e tampa da fricção – e outro conduzido – disco recoberto por material de atrito em ambos os lados e encaixado ao eixo de entrada do câmbio por meio de um aclopamento escalonado. Quando a embreagem é acionada, os dois elementos se juntam a um prato vinculado em sua rotação à tampa da fricção e que, sob a ação de uma ou mais molas, faz pressão sobre o disco conduzido, comprimido entre este e o volante. Quando se desengata a embreagem, o prato se desloca contra a ação da mola e é separado do disco. Este se torna totalmente independente do volante em sua rotação. Ao se deslocar, o prato fornece uma alavanca especial com um rolamento com mancal, sobre o qual age o dispositivo de comando ligado ao pedal. Em geral há uma única mola, do tipo diafragma, mas não faltam exemplos de embreagens dotadas de uma série de molas helicoidais. Em alguns veículos de competição são utilizadas embreagens dotadas de mais discos.
Escape- Fase do ciclo de funcionamento do motor que vem depois da expansão e na qual os gases combustíveis são expulsos do cilindro. Em tese deveria se iniciar quando o pistão sai do PMI, ao final da fase de expansão, e os gases começam a sair pelo duto de escape graças à pressão. Dessa forma, quando o pistão inverte seu movimento, uma vez atingido o PMI, e começa a trajetória rumo ao PMS, a válvula de gás já está bem levantada e boa parte dos gases já saiu do cilindro. Em conseqüência, o trabalho e a potência subtraída do virabrequim, necessário para completar a fase de descarga é menor, em benefício do rendimento do motor.
ESP- Sigla de Eletronic Stability Program. Trata-se de um sistema de regulagem ativa da dinâmica de marcha. Graças a intervenções nas rodas anteriores e posteriores, integra a função antiderrapante e reduz o risco de eventuais escapadas em curvas, possibilitando o veículo manter a trajetória prevista.
Expansão- É a fase do funcionamento do motor que vem depois da combustão. Nela o pistão desce do PMS ao PMI e parte da pressão exercida sobre ele pelos gases em alta temperatura é transmitida ao virabrequim.